quarta-feira, 29 de maio de 2013

Sonhos de infância...

5 COISAS QUE EU SEMPRE QUIS FAZER:

Passar ao menos uma tarde (não seria suficiente) entre os livros da biblioteca do Castelo Rá-Tim-Bum:

Comer um biscoito recheado do tamanho daquele do filme "Querida Encolhi as Crianças":

Dançar num piano gigante igual ao do filme "Quero ser grande":

Trollar tudo mundo com uma buzina paralizadora do Chapolin:


Botar a cidade par dançar twist and shout como fez Ferris Bueller:

terça-feira, 28 de maio de 2013

O fenômeno "Indireta no facebook" como fator de alívio psicológico

Imagem: A Beautiful Death by Terry Fan.

Me divirto e dou risadas diariamente com as "indiretas" que são postadas rotineiramente no Facebook. Verdade que na maioria delas eu não entendo nada, já que não estou contrextualizada, mas algo me intriga com relação ao fenômeno "postar indiretas em redes sociais". Eu usei no título do post o Facebook para ilustrar, mas é claro que o Twitter, o finado Orkut e até o Instagram, bem como muitas outras redes sociais, são canal para todo tipo de indireta.

Na indireta as pessoas são honestas, são sinceras, pois como não se comprometem apontando alguém como alvo direto do post, pode esculhambar à vontade. Na indireta, se escreve tudo que realmente se tem vontade de dizer na cara.

Postar uma indireta ao invés de dar um soco na cara de alguém é um bom "cano de escape" para evitar violência maior, eis o lado bom da coisa. Porém um "efeito colateral" é que, não raro, a indireta que deveria atingir a pessoa 'X', atinge a pessoa 'Y', que não tinha nada a ver com a história, e esse tipo de "recado mal dado" pode gerar mal intendidos e inimizades desnecessariamente. Mesmo assim muita gente manda mesmo indireta em larga escala para se aliviar psicologicamente da vontade de matar alguém rsrsrs

Sendo um fator de alívio psicológico, esse negócio de mandar indireta, eu acho que até posso tolerar um pouco dessa babaquice, afinal "quem nunca?", só não dá para aturar quem abusa desse direito, quem exagera nesse tipo de coisa, nesse caso eu trato logo de excluir, deixar de seguir e me livrar. Então, encaremos as "indiretas em redes sociais" como um remédio e, como tal, deve ser usado com moderação.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Fotografia: Para quê serve um parasol? Quando usá-lo?

A principal função do para-sol é evitar a ocorrência do fenômeno "Flare" (círculos de luz, linhas, reflexos coloridos) e/ou "Glare" (mancha branca, gerada a partir de onde vem o ponto de luz, que prejudica o contraste da fotografia) na lente, já que ele não deixa a luz que não faz parte do enquadramento entrar na imagem.


Precisa usar para-sol quando for fotografar à noite?

Há quem pense que o para-sol só serve para evitar reflexos indesejados da luz do sol, por isso, já ouvi pessoas que dizem entender de fotografia afirmando que usar para-sol em locais fechados e, principalmente à noite, é frescura e desnecessário. Eu não sei de onde vem essa ideia, afinal, não é só o sol que emite luz. À noite nos deparamos com vários tipos de luzes artificiais, em muitas cores e intensidades diferentes.

Portanto, mesmo em ambientes internos e/ou noturnos, o uso do para-sol é altamente indicado. Porém, caso a pessoa for precisar do flash para fotografar, deverá ficar atenta para o equipamento na frente da objetiva não gerar sombra na parte inferior da foto (o que pode acontecer se o para-sol junto com a objetiva tornarem-se muito grandes), daí será preciso usar um flash externo se não quiser abrir mão do uso do para-sol.

Além dessa "função principal", contudo, podemos identificar outras funções desempenhadas por um para-sol:

• Proteger fisicamente a lente ► O para-sol fornece uma barreira mecânica que pode proteger sua objetiva de possíveis danos físicos no evento de uma batida ou queda;

 Tornar melhor o contraste ► Uma vez que esse equipamento evita a incidência direta de luz, ele acaba melhorando o contraste de cores na imagem, pois mesmo que o Glare não esteja sendo visto diretamente pelo fotógrafo, essa fonte de luz indesejada reflete no contraste geral da imagem;

• Ajudar no balanço de branco ► O motivo é o mesmo pelo qual o contraste da fotografia é otimizado, é que, já que o para-sol não deixa entrar luz estranha, nem reflexos coloridos do campo periférico, então fica mais fácil equilibrar balanço de branco do assunto enquadrado;

E quando esses efeitos de luz deixam a foto legal? Pode haver situações em que o fotógrafo queira o Flare ou Glare na sua foto, por alguma proposta artístico-criativa ou utra razão, então, para essa finalidade, não use o para-sol, caso contrário, USE SEMPRE!

Qual o tipo de para-sol eu devo usar?

É importante procurar o tipo de para-sol correto. Quando mais zoon sua objetiva tiver, mais "fundo" será o seu para-sol adequado. Assim, as lentes de ângulo aberto (grande angular) precisam de um para-sol mais aberto, mais "rasinho" (chamados Tulipa, Pétala ou Flor), pois usar um para-sol muito grande para seu tipo de lente gera vinheta (bordas escurecidas) na foto. Já as lentes de ângulo mais fechado (teleobjetiva) necessitam de um para-sol grande e cilíndrico, mais "fundo". Nas objetivas mais comuns, de zoon "normal" (18-70mm, 28-85mm, etc) usa-se uma espécie de para-sol que funciona como uma "mistura" do Tulipa com o cilíndrico.
Com um anel adaptador pode-se usar para-sol em câmera superzoon (que alguns chamam de semi-profissional). Este é um que eu uso na minha Fujifilm SL300:


Ele é do modelo híbrido, mais adequando para esse tipo de câmera por conta da alta variação de zoon disponível (no caso da SL300 o zoon é de até 30X), fazendo a câmera funcionar em grande angular ou em teleobjetiva, dependendo de como se utiliza o zoon.

Agora a gambiarra que é a cereja no bolo desse post:

Você precisa de uma parasol para agora, mas está sem dinheiro, ou simplesmente quer começar a usar para testar se há diferença entre "com" e "sem" ele? Entra no lenshoods.co.ukNesse site têm documentos em PDF para imprimir e recortar para você improvisar um para-sol. Há muitos modelos de SLR digitais de várias marcas e mesmo que você não encontre exatamente a sua lá, é só procurar uma parecida em mm e pronto! Recomenda-se que use um papel preto (ou um chumbo, marrom bem escuro para filtrar bem a luz) de gramatura de média para alta (mais grosso).

É claro que um para-sol de papel não vai oferecer à câmera a mesma proteção contra danos físicos que um "de verdade", mas cumpre numa boa as funções de proteção contra danos à imagem e quebra um super galho na hora que precisar de um. Aproveite!

Resenha: Paleta de 15 Sombras Cremosas

Oiê genteee!

Hoje vou fazer uma resenha de um produto que desde que eu vi pela primeira vez desejei muito, e depois que comprei tornou-se um dos meus preferidos: a minha Paleta de 15 Sombras Cremosas. Paguei R$ 30,00 numa loja on line (mostrei nesse dia AQUI).

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Trocando Idéias: Revistas Boas e de graça!

Olá pessoal!

Hoje vou fazer para você uma listinha bem legal. Na internet há uma diversidade imensa de conteúdos de boa qualidade, há muita coisa de graça para aflorar nossas cabecinhas criativas, e hoje eu quero dividir com vocês algumas revistas que me servem de inspiração para maquiagem, roupa, acessórios, criações e afins. Fiz uma lista de seis revistas e espero que vocês gostem e aproveitem a dica.


1. Rebelicious Magazine

Baixe/consulte essa revista AQUI

domingo, 19 de maio de 2013

Fotografia: Light Painting

Traduzindo ao pé da letra para o português, o termo quer dizer "pintando com luz", trata-se de um efeito produzido pelo rastro da luz que á captado pelo obturador lento da câmera fotográfica. Dito de outro modo, consiste em "brincar" de fazer "desenhos" com a luz, deixando o obturador da câmera em baixa velocidade para que seja possível captar, na fotografia, o movimento que a luz faz. A técnica é relativamente simples, o diferencial está na criatividade de quem a aplica.

Para fazer sozinho fotos usando Light Painting, você deve:

1º) colocar a câmera numa base fixa (um tripé ajuda muito!);
2º) acionar o temporizador em 10 segundos;
3º) ajustar a velocidade do obturador da câmera como você preferir, desde que seja lento o bastante para captar a movimentação que sua luz vai fazer.

É importante dizer que para conseguir fazer esses desenhos com a luz, o ambiente onde você for fotografar deve ser bem escuro.
Tempo de exposição: 1 s; Velocidade ISO: ISO-160; Escala de número f: f/3.1.
Tempo de exposição: 3 s; Velocidade ISO: ISO-80; Escala de número f: f/7.1.

Tempo de exposição: 1 s; Velocidade ISO: ISO-320; Escala de número f: f/3.1.
Fica lindo o resultado desta técnica quando aplicada para fotografar os brinquedos de uma parque de diversão à noite. Como, por exemplo nesta fotografia de Thomas Eppolito (para fazer parecidas, eu sugiro usar o tempo de exposição de 6 segundos):

Around We Spin by Thomas Eppolito
Spin by Thomas Eppolito
O rastro deixado pela luz pode ser aleatório ou propositado para formar desenhos (como corações, palavras ou outras coisas mais difíceis), é uma questão de deixar a criatividade fluir!

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Monstro do Tédio...

Bicho papão, Monstro do Armário, Monstro do Lago Ness... Nenhum desses é páreo para o Monstro do Tédio. Os três primeiros só fazem medo às criancinhas (os Monstros do Armário já ganharam até uma versão super simpática de suas figuras na animação "Monstros S/A"). Porém o tal do Monstro do Tédio... Este aterroriza as pessoas das mais variadas idades, por menos vulneráveis a ele que elas pareçam.

Vivemos numa época que parece ser bem difícil se entediar. Quer dizer, temos a nossa disposição, com relativa facilidade, a internet, video games, televisão, livros, entre tantas outras atividades, como desenho, pintura, fotografia, ou outros hobbys que se pode aprender, mas, mesmo assim, o Monstro do Tédio consegue em alguns momentos, em algumas pessoas se instalar. As vezes ele vem fazer uma "visita rápida" e vai embora, mas problema mesmo é quando ele vem "de mala e cuia" e se instala de vez. O "tédio crônico"!

O Monstro do Tédio se alimenta de entusiasmo, come todo, não deixa para a pessoa nada, e, desse jeito, MATA! Mas, onde "nasce" o Monstro do Tédio? Há muitos que pensam que esse ser vem de fora para dentro de nós, que vêm do ambiente chato, das pessoas que são chatas, das atividades que são desinteressantes... Porém, me parece, que esse bichinho do mal surge mesmo é de dentro para fora, quando o ânimo é pouco, quando o entusiasmo é pouco.

Remédio para matar o Monstro do Tédio? Talvez não exista uma receita pronta como sugeriria um "especialista da auto-ajuda", mas certamente, o primeiro e infalível passo é buscar novamente entusiasmar-se, animar-se com algo, com um novo projeto, uma nova atividade, a retomada de um sonho do qual havia deixado de lado. O prazer pela novidade, pelo desafio sim, ocupa todo espaço no qual o Monstro do Tédio poderia tentar se instalar.


Fotografia em Preto e Branco

Toda foto pode ficar interessante em preto e branco? A resposta 'não' é um pouco óbvia. Mas então quando é que uma foto fica boa em preto e branco? A falta de cor causa impacto, confere mistério e drama à algumas cenas, é que, quando retiramos o elemento "cor" da fotografia, resta deixar a atenção da imagem voltada principalmente para os formatos dos objetos registrados pelas lentes da câmera. Em outras palavras, desaturar a imagem faz chamar atenção para:

• Formas ► quando não se tem mais cores para chamar atenção à composição fotográfica, ficam muito mais óbvios os relevos e formas que os objetos deixam;

• Sombras ► a incidência da luz e as sombras que ela deixa nos relevos dos objetos que se fotografa, fica muito mais em evidência quando a fotografia é em preto e branco.

Ou seja, nem todo tema funciona bem em preto e branco, nem toda fotografia "combina" com o "efeito preto e branco", pois em algumas imagens, o colorido é essencial. Portanto, saber qual foto nasceu para ser em preto e branco, depende muito de um olhar fotográfico que só se adquire mesmo com prática, observação e estudo. Então experimente! Vá em busca de formas e sombras! Pode ser que no começo não sejam muito bons os resultados e isso é perfeitamente normal, mas essa sensibilidade, esse "olho" só se adquire com a prática, com o tempo, não tem outro jeito.

Na hora de fotografar em preto e branco, vale a pena ficar atento a alguns conselhos:

• Prefira fotografar em cores, e aplicar o preto e branco na pós-produção ► Mesmo que a câmera já tenha pré-definição para se fotografar em preto e branco, aconselha-se que não a use. É que quando você fotografa primeiro em cores, preserva os mínimos detalhes de tons mais claros e mais escuros, assim uma posterior "escala de cinza" adicionada com um programa de edição fica mais interessante quando a imagem original detém essas informações de cor;

• Fotografe com o menor ISO/ASA possível ► pelo mesmo motivo de antes, já que, quanto mais baixo o ISO/ASA você conseguir manter na imagem (sem comprometê-la, é claro), mais "informação de cor" ela terá, e esta informação é importante para que se preserve o máximo de semi-tons possíveis quando a foto for convertida para escala de cinza. NO ENTANTO, essa questão é bem relativa! Se você achar que vai ficar interssante para o resultado final da sua foto, que ela tenha um pouco de ruído, pode explorar o ISO alto sem problemas, ou então você ainda pode adicionar um efeito de ruído na pós-produção.






Visite: flickr.com/photos/10983882@N07
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...